Verdadeiramente africano

7/out/2017 - Explore a pasta 'contos africanos' de paty no Pinterest. Veja mais ideias sobre Livros de historia infantil, Livros de histórias infantis, Livros para crianças. Estando atentos para novos olhares, pautados pela afrocentricidade, poderemos focar a África por ela mesma e, como um desdobramento disso, focar um Egito verdadeiramente africano. * Professora das disciplinas Antiguidades, Antiguidade e Fundamentos do Mundo Medieval e Medievalismo do curso de História da Unicastelo. Sem poder obter a autorização de filmar no seu próprio país, um grupo formado pelos primeiros alunos africanos do IDHEC (Institut des Hautes Études Cinématographiques) dirigiu na França aquele que foi o primeiro filme verdadeiramente africano. África sobre o Sena mostra a vida de estudantes africanos em Paris. No final do filme, uma ... Cultura Africana: A África é o segundo maior continente do mundo e o único continente que abrange o hemisfério norte e o hemisfério sul. Colonizada e pilhada há mais de 300 anos, a África é um lugar rico e diversificado. A África tem mais de 50 países independentes e representa cerca de 16% da população mundial. Chefes de Estado e de Governo, bem como membros do Parlamento pan-africano, estão desapontados com o atraso que se verifica na transformação do parlamento continental num órgão verdadeiramente legislativo africano. Embed share. Parlamento Pan-Africano aquém das expectativas. Um estudo sul-africano recente tentou descobrir porquê. Os números ilustram o dilema: entre 1960 e 2015 foram canalizados para África cerca 1,6 biliões de dólares norte-americanos – mais do ... Internacional Investimentos em África concentram-se em energias fósseis. Um estudo revelou que 60% do financiamento público internacional para o setor de energias africano é canalizado para as ...

Jovens Ignorantes em História

2019.11.11 22:11 JairBolsogato Jovens Ignorantes em História

Uma pesquisa recente realizada pelas vítimas do comunismo e pesquisada pela YouGov, uma empresa de pesquisa e dados, descobriu que 70% dos millennials provavelmente votam em socialistas e que um em cada três millennials via o comunismo como "favorável".
Vamos examinar essa visão trágica à luz do estudo anual recentemente lançado pelo Fraser Institute "Liberdade Econômica do Mundo", preparado pelos professores James Gwartney, Florida State University; Robert A. Lawson e Ryan Murphy, da Universidade Metodista do Sul; e Joshua Hall, West Virginia University, em cooperação com a Economic Freedom Network.
Hong Kong e Cingapura mantiveram sua liderança como os países economicamente mais livres do mundo - embora a mão pesada da China ameace a posição mais alta de Hong Kong. Completando o top 10 estão Nova Zelândia, Suíça, Estados Unidos, Irlanda, Reino Unido, Canadá, Austrália e Maurício. A propósito, depois de ter caído para o 16º em 2016, os EUA voltaram a estar entre os cinco principais países economicamente livres do mundo.
Quais estatísticas entram no cálculo da liberdade econômica do Instituto Fraser? O relatório mede a capacidade dos indivíduos de tomar suas próprias decisões econômicas analisando as políticas e instituições de 162 países e territórios. Isso inclui regulamentação, liberdade de comércio internacional, tamanho do governo, sistema legal sólido, direitos de propriedade privada e gastos e impostos do governo.
O estudioso do Fraser Institute, Fred McMahon, diz: "Onde as pessoas são livres para buscar suas próprias oportunidades e fazer suas próprias escolhas, elas levam uma vida mais próspera, feliz e saudável". A evidência para sua avaliação é: os países no quartil superior da liberdade econômica tinham um PIB médio per capita de US $ 36.770 em 2017, em comparação com os US $ 6.140 dos países do quartil inferior.
As taxas de pobreza são mais baixas. No quartil superior, 1,8% da população experimentou extrema pobreza (US $ 1,90 por dia), em comparação com 27,2% no quartil mais baixo. A expectativa de vida é de 79,5 anos no quartil superior dos países economicamente livres, em comparação com 64,4 anos no quartil inferior.
Os rankings do Fraser Institute de outros países importantes incluem Japão (17), Alemanha (20), Itália (46), França (50), México (76), Índia (79), Rússia (85), China (113) e Brasil. (120). Os países menos livres são Venezuela, Argentina, Ucrânia e quase todos os países africanos, com a exceção mais notável das Maurícias. A propósito, Argentina e Venezuela costumavam ser ricos até comprarem o socialismo.
Durante a Guerra Fria, os esquerdistas fizeram uma equivalência moral entre o totalitarismo comunista e a democracia. W. E. B. Du Bois, escrevendo no National Guardian (1953), disse: "Joseph Stalin era um grande homem; poucos outros homens do século XX se aproximam de sua estatura". Walter Duranty chamou Stalin de "o maior estadista vivo ... um homem quieto e discreto". George Bernard Shaw expressou admiração por Mussolini, Hitler e Stalin. O economista John Kenneth Galbraith visitou a China de Mao e elogiou Mao Zedong e o sistema econômico chinês. Gunther Stein, do Christian Science Monitor, também admirou Mao e declarou em êxtase que "os homens e mulheres pioneiros de Yenan são verdadeiramente novos humanos em espírito, pensamento e ação". Michel Oksenberg, especialista em China do presidente Jimmy Carter na China, reclamou que "a América está fadada a decair até que mudanças radicais, mesmo revolucionárias, alterem fundamentalmente as instituições e os valores", e nos instou a "emprestar idéias e soluções" da China.
Os esquerdistas isentavam os líderes comunistas das duras críticas dirigidas a Adolf Hitler, embora os crimes comunistas contra a humanidade fizessem com que o assassinato de 11 milhões de não-combatentes parecesse quase amador. De acordo com o professor R.J. Rummel na pesquisa "Morte pelo governo", de 1917 até seu colapso, a União Soviética assassinou ou causou a morte de 61 milhões de pessoas, principalmente seus próprios cidadãos. De 1949 a 1976, o regime comunista de Mao foi responsável pela morte de 76 milhões de cidadãos chineses.
Os esquerdistas de hoje, socialistas e progressistas se irritariam com a sugestão de que sua agenda difere pouco da dos tiranos anteriores. Eles devem ter em mente que as origens dos horrores indescritíveis do nazismo, stalinismo e maoísmo não começaram nos anos 20, 30 e 40. Esses horrores foram simplesmente o resultado de uma longa evolução de idéias que levou à consolidação do poder no governo central na busca pela "justiça social".
Por Walter E.Williams, professor de economia na Universidade George Mason, 12 de novembro de 2019
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2019.09.28 11:15 migueucardouso O poder de uma ... Caneta!

Uma caneta… Atrevo-me a dizer que o seu papel na atualidade pode ter consequências catastróficas, ou ser digna de um feito extremamente benéfico para a Humanidade. Custa acreditar neste facto, uma vez que vivemos num período historicamente terrorífico, onde se presencia constantes ameaças de ataques nucleares, a frotas e ameaças feitas entre os líderes das maiores e mais poderosas potências mundiais!
Como se pode sequer equacionar, num mundo altamente dependente do digital, o papel de uma esferográfica?
No passado, graças a registros feitos pelos nossos ancestrais, é possível imaginar os combates horríficos, que foram provocadas por governantes desejosos de alcançar a todo o custo a superioridade. A assinatura de tratados de defesa, onde se colocava em prática uma série de alianças, estrategicamente definidas, servia para continuar a alimentar o desejo de sangue e perda de vidas por um interesse pessoal ou de um pequeno grupo.
Nos presentes dias, visualizo, com certa tristeza, a insensibilidade dos líderes mundiais face às minorias. São assinados decretos que põem em causa os direitos humanos. É preocupante a situação dos migrantes que diariamente morrem nos mares, as condições precárias que se vive na Venezuela, a fome e a falta de assistência médica em alguns países africanos, a poluição que se faz sentir na atmosfera de alguns países asiáticos (região mais afetada devido às indústrias). Apesar de todo o ódio criado, há muitos outros indivíduos que criam autênticas obras de arte, capazes de revolucionar a mente mais revoltada e fracassada. As sensações transmitidas pelas mesmas, ajudam a compreender as diversas diferenças entre todos nós e quão belas e importantes são. A sua escrita, pintura, fotografia… Ajuda a apoiar causas sensatas, realmente importadas em tornar o nosso planeta tolerável e “habitável”.
A escrita permite expressar a ânsia e os sentimentos mais reservados a alguém que se encontra numa localidade distante, mas extremamente próxima da nossa alma, do nosso coração e da nossa memória.
Nem sempre o grandioso transforma a vida, tornando-a mais cativante e mais valorosa. A riqueza começa nas coisas pequenas! Ao chegar ao ponto mais alto e significante de uma carreira, há que perceber que essa posição foi alcançada através do esforço diário, sendo que teve que haver a abstenção de muitas outras atividades mais prazerosas!
Desta forma, acredito que devemos ter noção dos impactos das nossas ações mais insignificantes, pois todas elas poderão levar-nos a uma rotina verdadeiramente inspiradora e intelectualmente grandiosa, ou numa em que desejamos constantemente retroceder ao passado e consertar os nossos erros!
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2019.09.28 11:13 migueucardouso O poder de uma ... Caneta!

O poder de uma ... Caneta!
Uma caneta… Atrevo-me a dizer que o seu papel na atualidade pode ter consequências catastróficas, ou ser digna de um feito extremamente benéfico para a Humanidade. Custa acreditar neste facto, uma vez que vivemos num período historicamente terrorífico, onde se presencia constantes ameaças de ataques nucleares, a frotas e ameaças feitas entre os líderes das maiores e mais poderosas potências mundiais!
Como se pode sequer equacionar, num mundo altamente dependente do digital, o papel de uma esferográfica?
No passado, graças a registros feitos pelos nossos ancestrais, é possível imaginar os combates horríficos, que foram provocadas por governantes desejosos de alcançar a todo o custo a superioridade. A assinatura de tratados de defesa, onde se colocava em prática uma série de alianças, estrategicamente definidas, servia para continuar a alimentar o desejo de sangue e perda de vidas por um interesse pessoal ou de um pequeno grupo.
Nos presentes dias, visualizo, com certa tristeza, a insensibilidade dos líderes mundiais face às minorias. São assinados decretos que põem em causa os direitos humanos. É preocupante a situação dos migrantes que diariamente morrem nos mares, as condições precárias que se vive na Venezuela, a fome e a falta de assistência médica em alguns países africanos, a poluição que se faz sentir na atmosfera de alguns países asiáticos (região mais afetada devido às indústrias). Apesar de todo o ódio criado, há muitos outros indivíduos que criam autênticas obras de arte, capazes de revolucionar a mente mais revoltada e fracassada. As sensações transmitidas pelas mesmas, ajudam a compreender as diversas diferenças entre todos nós e quão belas e importantes são. A sua escrita, pintura, fotografia… Ajuda a apoiar causas sensatas, realmente importadas em tornar o nosso planeta tolerável e “habitável”.
A escrita permite expressar a ânsia e os sentimentos mais reservados a alguém que se encontra numa localidade distante, mas extremamente próxima da nossa alma, do nosso coração e da nossa memória.
Nem sempre o grandioso transforma a vida, tornando-a mais cativante e mais valorosa. A riqueza começa nas coisas pequenas! Ao chegar ao ponto mais alto e significante de uma carreira, há que perceber que essa posição foi alcançada através do esforço diário, sendo que teve que haver a abstenção de muitas outras atividades mais prazerosas!
Desta forma, acredito que devemos ter noção dos impactos das nossas ações mais insignificantes, pois todas elas poderão levar-nos a uma rotina verdadeiramente inspiradora e intelectualmente grandiosa, ou numa em que desejamos constantemente retroceder ao passado e consertar os nossos erros!

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2017.08.02 12:57 feedreddit The Intercept Brasil completa um ano e planeja crescer mais

The Intercept Brasil completa um ano e planeja crescer mais
by Glenn Greenwald via The Intercept
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The Intercept Brasil faz aniversário hoje. Em nosso lançamento, em 2 de agosto de 2016, explicamos nossos propósitos e objetivos, observando o “desejo dos brasileiros por formas alternativas de jornalismo e reportagem”. Esse desejo é baseado na cruel realidade de que o país “tem sido dominado por um pequeno grupo de poderosas instituições de mídia, sendo que quase todas elas apoiaram o golpe de 1964 e a subsequente ditadura militar de direita de 21 anos seguidos e que o país continua dominado pelo mesmo grupo de famílias extremamente ricas, ainda responsáveis por essa história”.
Estávamos determinados a ser uma plataforma para vozes, perspectivas e eventos cruciais, que foram deliberadamente ignorados e excluídos pelos maiores meios de comunicação do país. Como dissemos em agosto passado: “Em um país notavelmente diverso e plural, a homogeneidade de propriedade da mídia resultou em um cenário jornalístico que sufoca a diversidade e pluralidade de pontos de vista.”
Um ponto central nessa missão era levar esse tipo de jornalismo a todas as partes do Brasil, além de usar nosso status como veículo de notícias internacionais para publicar o nosso trabalho em português e inglês e, assim, destacar o nossas reportagens sobre o Brasil no exterior. Nós prometemos também usar nossa experiência em reportagens sobre vazamentos para ajudar a promover um clima de proteção e transparência de fontes por meio de denúncias anônimas.
Estamos ainda mais entusiasmados com a oportunidade de trabalhar com outros veículos independentes e contribuir com o espírito de um jornalismo que esteve em falta no Brasil por muito tempo.Consideramos, após um ano, essa missão mais vital do que nunca. Estamos ainda mais entusiasmados com a oportunidade de trabalhar com outros veículos independentes e contribuir com o espírito de um jornalismo que esteve em falta no Brasil por muito tempo. À medida em que a crise política e econômica do país se aprofunda e, uma vez que as eleições de 2018 apresentam uma ampla gama de possibilidades – variando do excitante ao assustador –, a necessidade de um jornalismo agressivo, questionador e verdadeiramente independente será maior do que nunca.
Temos orgulho da talentosa e variada equipe de repórteres, editores e colunistas que reunimos em apenas um ano. Eles produziram uma grande quantidade de investigações exclusivas, de alto impacto e análises perspicazes que ajudaram a moldar o ciclo de notícias, expor a enome corrupção e exigir mudanças.
Na semana passada, nossa investigação das finanças do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, segundo na linha presidencial, forçou o deputado a explicar como ele acabou virando dono de escritórios usados pela Odebrecht e o banco BTG Pactual, fatos antes encobertos. Em maio, a matéria de Cecília Oliveira sobre uma fazenda onde turistas podem ser escravocratas por um dia levou a um acordo de ajustamento de conduta entre a estabelecimento e o Ministério Público. Graças a uma reportagem exclusiva da The Intercept Brasil em janeiro, o Ministério Público ordenou que o governo federal pagasse R$ 10 milhões em indenização a uma tribo indígena violentamente invadida pela Polícia Federal em 2012. O artigo é parte de uma série de 14 matérias produzida em parceria com o site de notícias ambiental norte-americano Mongabay.
Em abril, o Exército brasileiro concordou em acabar com o monopólio da fabricante de armas Taurus no fornecimento de armas de baixo calibre às forças policiais. Os defeitos de fabricação estavam fazendo com que os projéteis disparassem sem que o gatilho fosse puxado e emperrando durante o uso, causando muitas mortes. A investigação do TIB foi a primeira matéria detalhada sobre o assunto, fazendo com que outros veículos também cobrissem o tema.
Uma comissão do Congresso foi instaurada depois de uma matéria exclusiva mostrar, em dezembro de 2016, como uma ferramenta que o governo dizia ser usada para proteger as terras indígenas e reservas ambientais estava sendo usada pela Abin para criar uma megabase de dados para espionar movimentos sociais, sindicatos e outras organizações da sociedade civil.
No ano passado, publicamos duas matérias expondo falhas no cerne de uma importante pesquisa do Datafolha, publicadas pela Folha de S. Paulo: o jornal tentou criar uma falsa impressão de que a maioria dos brasileiros queria Michel Temer como presidente. Os dados reais mostraram que uma grande maioria queria que ele renunciasse. Nossa reportagem sobre o tema — uma das mais lidas da história do Intercept — causaram uma reprimenda do ombudsman da Folha e um reconhecimento de Datafolha que os dados foram apresentados de modo impreciso.
Nossa colunista Ana Maria Gonçalves foi convidada pelo The Martin E. Segal Theatre Center, em Nova York, para escrever e apresentar um monólogo baseado em seu artigo sobre apropriação cultural e o caso de uma mulher branca usando lenços de estilo africano que se tornou viral. Outro escritor, João Filho, aborda a corrupção e a propaganda da grande mídia brasileira em sua coluna semanal, sempre com grande audiência, suscitando discussões sobre a necessidade de regulação da mídia. E a nossa análise dos eventos de notícias mais importantes do Brasil – dos inúmeros casos de corrupção de Temer, greves gerais no país, as medidas cruéis de austeridade, até a condenação criminal de Lula – proporcionou uma perspectiva única e alternativa que reverberou em plataformas de notícias mundo afora.
A reportagem de Helena Borges sobre a reforma da educação foi impactante e teve grande resultado. A investigação das tentativas dos bilionários de direita para impulsionar a privatização da educação por meio de fundações teve grande audiência e as fundações nos pressionaram para encerrar ou mudar a matéria, mas não conseguiram identificar nenhum erro. Após notar que o Ministério da Educação maquiou estatísticas para reduzir as notas das escolas públicas nas avaliações padrão (atendendo ao desejo do governo para privatizar escolas e cortar gastos), a pasta foi obrigada a refazer as estatísticas e dizer que cometeu um “erro”. Quando o Ministério cometeu um” erro “similar, meses mais tarde, Helena foi a primeira a cobrí-lo.
Isso é apenas uma amostra de por que estamos tão entusiasmados com o time de excelentes jornalistas que reunimos no ano passado e pelas oportunidades e mudanças que podem surgir com um jornalismo independente e bem apoiado. Não só estamos mais decididos do que nunca a continuar com o jornalismo que temos feito, mas também estamos dedicados a expandir nossa equipe e nossa cobertura no próximo ano, buscando mais financiamento – de modo que possamos crescer sem perder nossa independência. Estamos trabalhando para garantir novos fundos de organizações dedicadas a uma imprensa livre e independente, bem como planejar uma campanha de financiamento apoiada por leitores para o final deste ano.
Não só estamos mais decididos do que nunca a continuar com o jornalismo que temos feito, mas também estamos dedicados a expandir nossa equipe e nossa cobertura no próximo ano.Estamos realmente agradecidos à nossa crescente audiência por permitir que nosso jornalismo tivesse o impacto que teve. Podemos prometer que o segundo ano de nossa existência será construído com o mesmo espírito de independência jornalística, investigações obstinadas e atendimento aos interesses dos nossos leitores.
Sobretudo, continuaremos a dar voz às comunidades e indivíduos que permanecem excluídos pelos grandes meios de comunicação corporativos do Brasil, fazendo o possível para iluminar o que as forças mais poderosas do país estão deixando no escuro. Para nós, esse tipo de responsabilidade e transparência é o objetivo mais nobre do jornalismo e o mais potente fator para o fortalecimento da democracia.
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Canal A.T.S. - YouTube Sexto Sentido: Calçados e acessórios feitos com tecido africano Samacaca  TV Zimbo JR Record África em Angola. Matança de porcos, limpeza e dicas - socorro canastra ... A verdadeira importância do Natal

Apologia à História: O Egito Africano

  1. Canal A.T.S. - YouTube
  2. Sexto Sentido: Calçados e acessórios feitos com tecido africano Samacaca TV Zimbo
  3. JR Record África em Angola.
  4. Matança de porcos, limpeza e dicas - socorro canastra ...
  5. A verdadeira importância do Natal
  6. Missão Kairós África // Guiné Bissau

O estilista artesão, Edvaldo Catana, mostrou no espaço 'Mãos de Fadas' do programa Sexto Sentido a sua arte de fabrico de calçados e acessórios com tecido africano Samacaca. O artista tem ... RECORD TV LANÇA O SEU PRIMEIRO NOTICIÁRIO AFRICANO De Angola para o mundo, o JR África traz inovação, interactividade e assuntos que prometem envolver as comunidades e o público. Luanda, 07 ... Acompanhe um pouco de como tem sido a nossa missão no continente africano: a cultura local, seus costumes e trabalhos diários. O carisma Kairós tem sido espalhado nessas terras através da ... VERDADEIRAMENTE ANGOLANO x BRASILEIRO - Duration: 6 minutes, 4 seconds. 174 views; ... Africano Reagindo a Haikaiss Rap Lord Olha no que deu!!! - Duration: 8 minutes, 43 seconds. Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube. Vivemos num tempo, que muitos esquecem o representa verdadeiramente, o Natal, que é celebrar o nascimento de Jesus Cristo. O repórter André dos Santos foi ao...